terça-feira, 28 de setembro de 2010

Medo e horrores.


Sinta-se culpada por todos os pensamentos e sentimentos que te atormentam todos os dias pelas manhãs, tardes e noites. É como uma mente doentia e tudo se trasforma contra você.
Essa coisa aperta contra o peito, dói, arde te faz engasgar entre soluços e o desperado de mais um dia perdido. Uma sensação estranha de ter sido curada um dia e voltar a estaca zero da doença, ter que passar por todo aquele inferno novamente, a cura não existe se o mal está dentro de você, se seus pensamentos são os mais vazios que te fazem mal. Queria algo que me fizesse querer continuar e não desistir, fugir.
Algum sentido, frase, acontecimento qualquer coisa que se sinta. Então penso "muda está quase insuportável ter que continuar" nada acontece. Aperto as mãos contra o peito e sinto o coração acelerado, sinto o desespero de sentir apertar a garganta, tentar chorar mas os olhos continuam secos, embora sei que esta enxarcado aqui... dentro de mim.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Pensamentos suicidas


Aqui sei que tudo posso não há nada para me reprimir,
nada que me faça parar. Respire!
como meu infinito particular onde só eu faço parte, o que me resta são essas palavras que deixo aqui, para que elas não tomem conta dos meus pensamentos e que não me façam engasgar e tropeçar sobre eles. Dias como hoje você tem vontade de ser só, de se fechar num lugar só seu. Nem todos os dias você quer sorrir e servir de "livro de auto ajuda" mesmo porque tudo demais me cansa facilmente rir demais, falar demais, achar demais, tudo demais me cansa fato não sei ser alguma coisa demais, prefiro ser meio ou nada mas logo mudo dinovo não suporto o fato de ter uma rotina só o som da palavra me arrepia na espinha, vivo um dia por vez e aço com que sejam diferentes nenhum é igual ou semelhante ao outro. prefiro mudar meus caminhos, horários, lugares a mesmisse me incomoda, me embrulha o estomago. Dia perfeito para eu e eu é estranho ter tantas pessoas mortas em minha volta e ironicamente estou me sentindo como uma delas.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Quase sem sentir


Me perco entre diferentes rostos, corpos, olhares.
Perdida no modo em que cada um pensa, em cada gesto, palavras ditas. Um susto!
Costumo dizer pra mim: Só preciso de um pouco de atenção e automaticamente me vem a cabeça uma das frases de Caio F. "Preciso de um colo que ninguém dá. Mas tudo bem"
procuro neles um encanto diferente, tento me encantar e me deixar levar por qualquer emoção querendo avançar de estágio 1 para 3. Querendo sentir a dor de amar alguém, sentir falta do calor do corpo, olho no olho, mãos entrelaçadas.
Sinto falta disso, pequenos detalhes...
mas por melhor ou pior que seja não me apego, não me entrego. Tenho a todos como um jeito libertino se for parar pra pensar, tenho por alguns dias ou noites entre orgasmos e lágrimas penso: porque? pra que? e repito só não suporto pensar em ficar sozinha, morrer sozinha. Só preciso de um pouco de atenção logo eu que sempre tive medo da morte, da solidão. Entre goles, cigarros, pessoas e sexo a cada dia me olhava e refletia a falta que eu sentia do que nunca existiu me via sozinha e disso eu tinha medo.